
JANELA ÍNTIMA*
As lentes desnudam ao longe
relapsas intimidades
geradoras de curiosidades
íntimas do observador.
Um nu revelador
com passos; compassos
produzem um forçado passear
à procura de mínimos gestos.
A mulher alisando o próprio corpo
aveluda seus meios,
causa espanto a olhares alheios,
masturba-se com perfeição.
A mulher com o sexo aveludado
mata qualquer homem de tesão.
As lentes desnudam ao longe
relapsas intimidades
geradoras de curiosidades
íntimas do observador.
Um nu revelador
com passos; compassos
produzem um forçado passear
à procura de mínimos gestos.
A mulher alisando o próprio corpo
aveluda seus meios,
causa espanto a olhares alheios,
masturba-se com perfeição.
A mulher com o sexo aveludado
mata qualquer homem de tesão.
*Releitura do poema Janela Íntima publicado no livro Inverno e outros poemas